Dia das Mães – 2019

Dia das Mães – 2019

De Mônica passei para “Meinmei”, que é como Gabi me chama hoje. A mamãe: que é mais fofa do que qualquer colchão ou travesseiro, a mamãe que é alimento, a mamãe que é o porto seguro, a mamãe que ganha abraço quando chega e beijo quando acorda. A mamãe que é desafiada em pequenas birras.

Ser a mamãe é o maior desafio e a maior aventura que já vivi. Um desafio gigante mas que eu ando buscando ver com mais leveza. É o trabalho mais cansativo que já fiz, o mais difícil e o que me ensina mais do que qualquer coisa: a aproveitar a vida hoje, a ver que cada instante importa e a tanta coisa que escrevo nos meus caderninhos – porque minha memória nunca foi muito boa e porque depois de ser mãe ela está ainda pior! 😀

Sigo na busca de equilibrar os meus pratinhos entre a Mônica e a “meinmei”. Ainda não consegui. A Mônica anda meio esquecida na gaveta e estou precisando resgatar. Ainda não consigo por inúmeras razões. Mas tudo bem (nem todo dia, tem dias que ela explode). Ter a consciência dessas limitações pra mim já é muito importante.

A maternidade me trouxe muitas coisas e me fez desconstruir outras. É quase como se eu pudesse revisar/revisitar várias crenças e limitações. É entender as coisas que me fazem eu e questionar as minhas escolhas.

Acho que esse dia é importante pros holofotes da maternidade mas que eles devem estar acesos todos os dias. Que as mães não sofram preconceito por serem mães – alô você mulher que não é mãe, bora ter empatia com as amigas, bora? Convida pros projetos sim, admite no emprego sim, contrata uma mãe-empreendedora, leva a mãe-amiga pra tomar um sorvete ou uma cerveja. O melhor presente que uma mãe pode ganhar é um cuidado, um carinho, uma ajuda. (Não só nos Dia das Mães, mas TODO dia).

(P.s.: Do pai da criança as mães não precisam de ajuda. Precisam que façam a parte deles. E pronto, o mundo já seria um lugar bem melhor.)

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