Diário de Gravidez – 34 semanas – E é Natal

Diário de Gravidez – 34 semanas – E é Natal

Então, é Natal! E também são alguns quilos a mais, fechamento de ciclos, trabalhos, projetos, encontros, amor! É tempo de (re)pensar e refletir sobre muitas coisas, colher os aprendizados, jogar uma luz pro futuro mas viver intensamente o momento que é um presente.

Por aqui já vamos juntas há 34 semanas. Me sinto bem, durmo pesadamente, fotografei bastante, bebo muita água. Apesar disso, com esse calor louco do último mês aqui em Fortaleza, fui derrubada por um gripe monstra que me parou durante quase duas semanas. [Mas ainda tô disponível pra alguns trabalhos nesse comecinho de 2018, hein?! 😉 ]

Esses últimos meses foram de trabalho intenso para nós dois, parceria, preparativos. Inventamos de fazer uma reforma/faxina aqui em casa que parece ser um ciclo sem fim. Estamos buscando nos livrar das tralhas que não usamos (daria para encher um conteiner, talvez…rsrsrs) Afinal, um músico e apreciador de tecnologia com dezenas de instrumentos, nossos livros, os meus milhares de papéis e bugingangas. Minha nossa! Vamos lá em busca de tentar simplificar ainda mais (que missão difícil!) No meio da faxina demos uma pausa pra registrar esse momento! <3

Continuo achando que o tempo está passando muito depressa. Ainda falta fazer muita coisa por aqui pra chegada da Gabi e quero que essas últimas semanas passem beeeem devagar pra poder curtir cada minuto!

Um dos projetos em que o pai dela está é um bloco de Pré-Carnaval e eu pretendo continuar indo em várias apresentações! 😀 A mocinha já tá curtindo o balancê aqui na barriga (não tem como negar os genes pernambucanos do Rodolfo!) 😀

Falando assim parece que tudo é lindo, leve e solto mas a gente está trabalhando MUITO. A gente se cansa, se estressa com os boletos, se preocupa com o parto, com a interação entre Tina e Gabi e, principalmente, pensa no “depois que nascer”. Eu penso muito sobre o que fazer com um serumaninho que depende inteiramente de nós? Tem app pra saber se o choro é de fome, sono, dor, medo?…Vem com manual de instruções?! Eu não me acho jeitosa com crianças e tenho fé que aquela frase “quando nasce uma criança nasce uma mãe” realmente funcione! Mas nós queremos ser inteiramente responsáveis por fazermos o melhor que pudermos. Minha rede de apoio com outras buchudas ajuda bastante, minha doula, médica, companheiro! Sem contar na ajuda fantástica dos meus sogros por aqui! (Calma que já já Gabi tá chegando – não se apressem! =)

Que a gente possa conservar os sentimentos do Natal durante todo o ano. Que a gente tenha saúde, força, luz e amor. Que a gente se encontre mais fora das telas, abrace, ajude, apoie e corra menos porque a vida é ligeira – nem sempre leve, mas sempre cheia de cor e aprendizado!

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